sábado, 23 de fevereiro de 2013

As minhas primeiras empadas...

Depois de uma refeição de franguinho assado feito por moi même, sobrou um bocadinho de frango e como não me apetecia fazer uma salada fria porque já basta o frio que está lá fora, resolvi tentar pela primeira vez umas empadas de restos de frango ( assim dito não parece bom... mas ficaram deliciosas...)

Primeiro e depois de um trabalhinho necessário mas que eu não morro de amores por fazer, "descasquei" a carcaça toda do frango e piquei tudinho juntamente com 1/4 de chouriço alentejano, depois foi a vez da Bimba trabalhar... ( a receita é da bimba mas acrescentei o chouriço porque Dom Maridão adora!...ok eu também!) Só digo que leva leite, farinha, vinho branco, acrescentei cenoura e cebola e alho francês que desfiz na bimba e voilá! 






                               E porque tenho sempre um rolinho de massa quebrada cá por casa, pus-me a fazer as forminhas com uma taça e as tampinhas com um copo...
Juntei o delicioso recheio, cheirava mesmo bem!!!

         




 Uns minutos ao forno e já tá! Saem umas empadas de frango sem vestígios de ossinhos ou cartilagens que eu tanto odeio encontrar... Aqui já só sobraram 5...


Muito bom o resultado...!

Bolachinhas de chocolate e coco...

 D Pimpolha tem muito que se lhe diga
Hoje ajudou-me a fazer umas bolachinhas de chocolate e coco... aqui está ela a tirar a massa da Bimba...
 Espalhou em cima do tabuleiro... era para ter sido em montinhos mais pequeninos mas... era difícil...






um pequenino vídeo para mostrar que foi mesmo D. Pimpolha a fazer as ditas cujas.....

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et voilá!!! Bolachinhas ou por outra bolachonas de chocolate e coco!

e depois de um trabalhinho bem feito... a dança da Vitória!!!

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e assim chegou ao fim mais um dia...



quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Mamã? Porque é que os pais matam os filhos?

Hoje, durante a nossa viagem até à escola, nem sei bem como, começamos a falar sobre homens maus, sobre como os homens maus atraem as crianças para carros e casas com o intuito de lhes fazer mal... Esta é com toda a certeza o maior medo de qualquer pai! E se os nossos filhos são raptados porque não entendem que existem pessoas más por este mundo afora que num piscar de olhos nos roubam do bem mais precioso que nós temos? Ah já me lembro, sem mais ela virou-se para mim e disse que tinha ouvido que enquanto o pai piscou os olhos, as duas crianças não estavam mais lá. Não sei onde ouviu mas desconfio que ouviu alguém a comentar alguma notícia no jornal ou então e como já sabe ler e agora tem a mania de ler os cabeçalhos dos jornais, terá sido aí que o leu. Disse-me que não era possível que durante um piscar de olhos o pai tivesse perdido os filhos... A partir daqui entabulamos uma conversa clara, mesmo infantil de maneira a que, em primeiro lugar ela não se assustasse e para que entendesse bem do que se tratava. Como qualquer pai, expliquei que neste mundo há pessoas que raptam crianças para ficarem com elas ou para lhes fazer mal, graças a Deus não me perguntou que tipo de maldade porque acho que não seria capaz de lhe explicar as atrocidades que um ser humano igual a ela é capaz de cometer. Claro que lhe disse que se alguém alguma vez se aproxima-se dela e começasse uma conversa normal, que ela deveria ter muito cuidado. Disse que em muitos casos esses seres humanos grotescos tentam saber que tipo de guloseimas, bolos, gostos que uma criança tem para depois lhes dizer que têm um igual no carro ou lá em casa deles... 
Disse lhe ainda que muitas vezes esses seres humanos procuram a simpatia de crianças inocentes ao pedir para os ajudarem a encontrar algum animal perdido ou até mesmo um filho fictício...  É dificil explicar estas coisas mas ela pareceu entender, claro que não fui capaz de lhe dizer que muitas vezes o perigo vem de pessoas próximas de nós, que conhecemos, ficará para outra conversa que não seja dentro do carro a caminho da escola. Disse-lhe que numa situação dessas ela deveria espernear, bater, morder, dar pontapés e gritar para alertar as outras pessoas e até lhe contei de uma situação que aconteceu comigo num supermercado, quando andava às compras com a minha mãe. Já não era criança e sim adolescente. Estava eu a tentar perguntar a um funcionário qualquer coisa quando comecei a sentir alguém muito encostado a mim. A principio pensei ser a minha mãe mas depois algo no meu cérebro e corpo deu sinal e quando olhei, ali estava um homem, vulgarmente vestido, com cabelo encaracolado e barba grande e preta e um dedo indicador esticado a tocar os seus lábios fechados como que a avisar-me para estar calada e não levantar suspeitas. Ainda hoje me lembro bem da cara dele e deste gesto doente e se me pedissem era capaz de o descrever... Escusado será dizer que de imediato me pus aos berros a chamar-lhe todos os nomes e mais alguns o que fez com que todos olhassem para mim e ele, desapareceu em segundos... E se não tivesse sido assim? Mas as perguntas dela não tinham chegado ao fim...
- Mamã? Porque é que os Pais matam os filhos???  Que dizer perante esta questão que tanta confusão lhe faz e que diz respeito a mim e ao seu tão adorado papá? Que dizer a uma criança que nos adora que por vezes e por causa de uma doença mental ou não, há pais que se sentem tão assoberbados, tão assustados, tão doentes, tão ciumentos que atiram uma criança da janela de um qualquer hotel e se suicidam? Tentei lhe dizer que isso era obra de pais muitos doentes mas fiz entender que por doença não queria dizer gripe ou dores de cabeça ou outra daquelas doenças que ela já ouviu cá por casa para não a assustar de cada vez que eu ou o pai estejamos doentes. Disse-lhe da maneira mais normal possível que por vezes os pais ouvem vozes que não estão mesmo lá e sim dentro das suas cabeças e que lhes dizem coisas feias e que os convencem a matar os filhos, ou para os proteger de alguma coisas que eles pensem que lhes poderam fazer mal, ou porque as vozes são más e os papás e mamás estão muito confusos... Que dizer quando há dias em que eu digo que já estou farta de a aturar, que lhe dou uma palmada mais forte, que estou a necessitar de paz e sossego... É que embora eu ache que nunca mas mesmo nunca na minha vida teria coragem para fazer algo semelhante à minha mais que tudo, sei bem que há pessoas que por causa de uma crise de depressão, por causa do desespero e mania da perseguição, mesmo sabendo que o que estão a pensar e fazer é mau, fazem-no na mesma porque não têm controlo sobre si próprios, sobre as próprias emoções e medos... Sei porque já ouvi em primeira mão o que é ter uma depressão. Com o modo como as coisas vão andando, as dificuldades financeiras, os problemas que daí vêm, o stress, a própria vivência em família e em sociedade, nada nos diz que qualquer um de nós não pode vir a ter uma depressão... E mais, como lhe explicar que há seres humanos que se dizem mães e pais, que nunca deveriam ter tido filhos porque por e simplesmente não foram talhados para isso, que matam só porque sim, só porque não conseguiam jogar a um estúpido jogo do facebook... Isso não consigo explicar, nem eu e nem ninguém... Mas mesmo assim acho que me saí bem, é verdade que acredito que ela tenha ficado com mais medo de ao brincar sair da minha vista, de um dia em que eu esteja de mau humor ela num segundo pense que eu a poderia atirar da janela fora, mas infelizmente não conseguimos protege-los de tudo, o melhor que podemos fazer mesmo é alerta-los para o mal que há lá fora para eles próprios se começarem a proteger ao mesmo tempo que lhes mostramos as coisas boas da vida... Como tudo é um Ying e um Yang, o bem e o mal andam de mão dada... resta-nos rezar e explicar,aos bocadinhos e sem assustar muito, que a vida é complicada e não um conto de fadas...

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Um Bom Dia!

Já cá não aparecia faz tempo... Pois o tempo tem destas coisas e ser balança também. Por uns tempos um dos pratos da balança teimava em não deixar a minha veia de escritora aparecer... talvez por causa dos problemas, talvez por preguiça, quem sabe... Mas estou de volta! Novidades, que é como quem diz, só mesmo naquele supermercado o continente... Tudo na mesma como a lesma! Não é bem assim, a entrada deste novo ano trazia para mim um enorme problema que era e continua a ser bastante difícil de resolver mas, acho que tanto rezei, tanto chorei e por fim, tanto fiquei anestesiada que de repente, chegou o tão temido dia. Passou o tempo de adormecer a chorar, de não dormir, de não comer e por fim, de não sentir... Mas... abriu-se uma janela algures à minha frente que me permitiu respirar bem fundo e tomar umas quantas resoluções que normalmente só tomamos no dia de ano novo e, só porque já bebemos uns copos e nos sentimos eufóricos e achamos que tudo podemos. Bem o problema não se resolveu ainda mas fiquei com mais tempo e calma para o fazer... Espero aproveitar esta calmaria para por os pontos nos is...

Os dias estão frios como tudo mas ao mesmo tempo o sol lá vai aparecendo, nem sempre tímido, e posso desfrutar de um quentinho na cara e no corpo bem necessário para a minha sanidade mental...

O avô fez anos e nesse dia D. Pimpolha, Dom Papá, eu e as duas amiguinhas de quatro patas, fomos todos, depois da catequese, dar um pulinho à praia que estava tão maravilhosamente convidativa. A principio lá saiu a voz da razão na minha voz de mamã ... Não filha, não podes tirar os sapatos e nem as meias... cuidado, não te molhes que a água está fria... depois de muitos olhares pedinchões e porque se estava tão bem a brincar, lá a deixei tirar os sapatos e as meias e até a convidei a tirar as calças e a ficar só de t shirt, cuequinha e totós... Muito se divertiu ela e as cadelas. Escusado será de dizer que ficou toda molhada, para ela o mar não estava nada frio, foi uma brincadeira pegada com a 4 patas mais pequenina e no fim, tiramos umas fotos girissimas que já coloquei em exposição no nosso móvel da sala e ainda aproveitei duas para oferecer ao avô...  Ao caminharmos para casa, foi engraçado ver as expressões sorridentes dos estrangeiros pois para eles este tempo é maravilhoso e nós tugas é que não o sabemos aproveitar... Mas não neste dia! Neste dia parecíamos nós vindos de outro país qualquer a passear e a brincar nas ondas do mar em pleno mês de Janeiro quando lá para cima há vendavais, chuvas torrenciais, inundações e sei lá eu que mais... D. Pimpolha estava feliz, eu estava feliz e Dom Maridão também... à noite preparamos-nos para comemorar o aniversário do avô, já lá vão 68 primaveras, brincámos com o primo e quando finalmente D. Pimpolha fechou os olhinhos, sei que este foi um bom dia!


Emirates recruta mais tripulantes de cabine em Portugal

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Eu quero eu quero eu quero quero quero... acho que vou até lá só para saber se seria escolhida... o que mais pode acontecer? Dizerem -me não??? .... ficava nos pincaros...

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Dona de Casa??? Eu??? Nem morta!

Pois é, falamos nos filhos, no trabalho, nos amigos mas raramente falamos na casa. E eu tenho muito pouca coisa boa para dizer sobre a casa. Basta dizer que, durante a minha adolescência a minha mãe positivamente desistiu de me pedir para arrumar o quarto. A minha resposta era sempre a mesma... - Mãaaaeeeee! Eu sei onde está tudo! Sou organizada na minha desorganização... pois sim! Me engana que eu gosto!!! Eu odiava arrumar o quarto ou outro lado qualquer da casa e ainda hoje é assim. Quando me dava a travadinha de arrumar tudo, normalmente era pela noite adentro... ou então se tinha sorte a minha mãe, num dia de muita paciência, arrumava-o todo só para depois me ouvir gritar a plenos pulmões que não sabia onde estava nada...Claro que casada e com uma pimpolha, eu tento ser melhor do que era, e manter a casa arrumada mas confesso que as coisas não estão a sair como eu desejava. A cozinha tem sempre loiça na cuba, embora eu tenha máquina de lavar a loiça e nunca lave qualquer coisa à mão, a máquina parece estar sempre cheia ou de loiça suja ou de loiça lavada à espera de ser arrumada... Os balcões da cozinha, além de não conseguir mante-los livres de tralha, há sempre cartas, desenhos da D. Pimpolha espalhados, lápis, afias, garrafas de água vazias que esperam saber o seu destino, fruta que prometemos comer há dois dias atrás e que não voltamos a guardar porque uma vez guardadas são votadas ao esquecimento, panos da loiça, tupperwears, lancheiras que não se guardam porque no outro dia vão ser usadas outra vez, medicamentos, especialmente meus para as minhas constantes dores de cabeça que também não voltam para a nossa farmácia caseira porque estou sempre a ir lá buscá-los de volta e por isso vão fazendo parte da vida da cozinha...sei lá eu que mais e ainda muitas, mas mesmo muitas migalhas! Sempre que volto as costas à torradeira depois de a limpar, parece que acontece alguma coisinha má ao raio da torradeira e explode em mil migalhinhas. Lá volto eu atrás e toca de a limpar novamente mas por mais que a vire de cabeça para baixo e lhe dê suaves pancadas (lá para o fim já não são tão suaves assim), quando a volto a colocar direitinha no seu lugar, lá cai mais uma migalhinha, só para me irritar!  O pessoal cá da casa tem muita culpa no cartório, mas antes as migalhas que outras coisas piores... Quando idealizei a cozinha, escolhi armários todos jeitosos, côr bordeaux, brilhantes mas ninguém se deu ao trabalho de me dizer que naquele material, todas as dedadas ficavam marcadas... olha a minha sorte! uma vez que escolhi armários sem puxadores porque é mais fashion e a D. Pimpolha não batia lá com a cabeça e nem com algum olho.... Hoje olho para os armários e dá-me sempre uma coisinha má porque nunca mas mesmo nunca estão limpos de dedadas mas do que 5 minutos de seguida...  Depois escolhi um chão preto, que adoro, mas que por ter sido uma daquelas escolhas mais em conta ( foi mesmo barato e é giro) tem uns revezes que mais uma vez ninguém se lembrou de me dizer... mancha e nota-se! 
A sala, ai a sala... aqui também é difícil de a manter arrumada. Sempre que lá entro dou de caras com mais desenhos da D. Pimpolha, chinelos, lápis, cachecóis, fios de lã ( que uso para fazer as pulseiras da amizade para a D. Pimpolha vender às amigas ), a tábua de passar que já desisti de a arrumar uma vez que parece que estou sempre ou a passar ou em vias de o fazer porque aqui em casa as máquinas não têm descanso! Logo se há tábua, há um ou dois cestos com roupa e meias, muitas meias para emparelhar, (como já disse na minha saga " Odeio a minha Gaveta das Meias! que por sinal se estreou num livro de vários bloggers...hehehe), mantas dobradas e por dobrar porque na noite anterior estava com tanto sono que me borrifei para cuidadosamente a dobrar e arrumar, a caminha das cadelas e mais os seus brinquedos... e pelos! Muitos pelos da minha tão amada/odiada 4 patas mais nova! A primeira 4 patas foi muito estudada, não podia ser muito grande, nem pouco tolerante a crianças e ainda, não lhe podia cair muito pelo... escolhemos uma Yorkie... mas quando me decidi armar em Joana DÁrc ou Francisca de Assis, fui buscar outra $ patas e nem me lembrei de pesquisar no google se aquela raça tinha algum problema... resultado, fomos buscar uma cadela que deita pelo, muito pelo por toda a casa, de facto é das raças que mais pelo deitam e ainda por cima todo o ano!!! Resultado, todos os dias toca a limpar a sala e às vezes mais do que uma vez e ainda, mesmo depois de limpar... surge um novelo vindo sabe-se lá de onde! 
Passemos aos quartos... o de D. Pimpolha não é digno de uma verdadeira princesa, os móveis que tínhamos fomos lá colocando e passou a ser uma verdadeira torre de babel, cada um do seu estilo, tamanho e côr, mas o importante era D. Pimpolha ter sítios, muitos, para arrumar os seus brinquedos... pois... até parece que o quarto não tem qualquer tipo de mobiliário a não ser a caminha de dormir porque de vez em quando, passou por lá um tornado chamado C que eleva tudo no ar e atira para qualquer lado. As botas no meio do quarto, as meias de dormir atiradas uma para cima da cama e outra para o chão na nossa azáfama diária de chegar a tempo à escola, mais livros, mais desenhos, bonecos literalmente aos pontapés... Mas a verdade tem de ser dita e quando D. Pimpolha decide assim como coagida por nós a arrumar o quarto, nesse dia e só nesse dia podíamos chamar uma qualquer revista de Pais e Filhos para testemunhar a limpeza e arrumação e tirar umas valentes fotos...
O escritório, bem o melhor é nem falar nele porque para além de escritório é o quarto de vestir de Dom Maridão e ainda o nosso quarto de entulho... tudo o que não tem lugar no resto da sala, vai definitivamente lá parar!
O nosso quarto e para meu grande pesar, tem um desiquilibrio profundo.è o verdadeiro Ying e Yang! De um lado reina a confusão, do outro nem por isso... ( infelizmente tenho de admitir que é do meu lado que a confusão tende a instalar-se, em especial com a roupa do dia a dia e as minhas adoradas botas...pois mas para minha desculpa, Dom Maridão deixa a sua confusão lá pelo escritório!) Na minha mesa de cabeceira acabam sempre por aparecer coisas estranhas, muitos desenhos, papeis de narizes engripados, garrafas de água, elásticos, telemóvel, ipad, os respectivos carregadores, papelada, livros, fotografias de D. Pimpolha... bem sei que não parece possível tanta coisa em cima de uma mesa de cabeceira, mas sou mestre na arte de empilhar tralha....
A marquise, para além da tralha que normalmente encontramos numa marquise (???), temos mais cestos de roupa suja, a caminha das cadelas (outra que é para não andarmos com ela de um lado para o outro) detergentes, patins em linha, coisas da natação, comida das $ patas, coisas de verão que já não cabem na confusão do escritório. ferramentas, prancha de bodyboard... e na outra varanda, para além de um banco em madeira do qual nunca usufruimos por ter neste momento em cima o tapete do meu quarto ( está a arejar...há 3 dias), a bicicleta de D. Pimpolha para não se molhar, mais uma cama das cadelas e uma casota de plástico que a $ patas mais pequena nunca usou mas que para ali continua, uns vasinhos de plantas aromáticas que deixei morrer porque eu não me dou com plantas ( as unicas que têm sobrevivido nas minhas mãos são os bambus e porque não precisam de muito para viver...) e botas que pisaram qualquer coisa lá fora e e e e e e e e e e ee ... já chega! Para saberem como é a minha vida caseira já chega! Assim lido, dá vontadinha de fugir e de nunca ser convidado a colocar os pés em minha casa, mas para vossa informação quando temos convidados, damos o litro e tudo fica miraculosamente arrumado... nem que seja escondido das vistas, de qualquer maneira são muito poucas as visitas que temos, preferimos ir ali ao café apanhar ar. Mas vistas bem as coisas, a minha casa, assim vista e analisada, é uma casa de família, onde mora gente, onde se faz o amor, onde se acarinha, onde se brinca e se briga, onde nos aconchegamos e damos beijinhos de boa noite... se a vossa casa é digna de uma revista de decoração qualquer, onde tudo está a 100%, no lugar, sem pó e sem novelos de pelos, sem casacos espalhados, sem desenhos espalhados... então meus amigos tenho pena de vocês! Porque ou têm uma empregada doméstica que vos faz tudo ( pronto aqui não tenho pena e sim inveja...hehehe), ou por e simplesmente perdem demasiado tempo com coisas secundárias quando a família está ali mesmo... Os miúdos já passam tanto tempo na escola e os pais a trabalhar, por dia devem ver-se umas quê? 3, 4 horas???? e nessas horas têm de fazer trabalhos, tomar banho, comer... quanto tempo passam mesmo uns com os outros??? 


cada um com o seu e nós cá por casa, brigamos porque está tudo desarrumado, festejamos quando arrumos tudo e vivemos...

...............................vivemos o dia a dia... e quem tiver qualquer comentário a fazer acerca disto... lembrem-se que todos temos telhados de vidro e se calhar se eu espreitar quando menos esperam lá para dentro, sou capaz de ver aquilo que vocês não querem que se veja...


Até à próxima... que tenho de ir fazer 2 tranças na melena de D. Pimpolha!!!!


The perfect Housewife...... eu não xixa!!!!

rimagem tirada de http://stretchyprincess.blogspot.pt/2010/12/housewife-olympics.html